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Queria enjoar

Queria que fosse doce de leite, porque eu comeria o pote todo de uma só vez. Ou podia ser uma música. Aí eu colocaria no repeat do CD player pra tocar o dia inteiro. Se fosse um livro, leria três vezes seguidas. Três não... leria cinco vezes seguidas... sei lá, leria quantas vezes fossem necessárias.

Bem que podia ser um seriado de TV, pra que eu comprasse todos os boxes, com todos os episódios de todas as temporadas, e assistisse tudo no domingo. Num único domingo. Ou uma roupa. Sim, sim... podia ser uma roupa e eu a usaria todos os dias. Durante semanas, durante meses.

Não podia ser um lugar legal? Podia, claro que podia! Um barzinho, uma balada... eu iria lá todos os finais de semana. Melhor, iria todo final de expediente, todo santo dia, pra um happy hour. E se fosse uma cor? Então eu pintaria toda a minha casa com ela, todos os meus móveis, todos os utensílios da minha cozinha.

Sacanagem... sacanagem...

 



 Escrito por Harpa Naca às 17h41
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Trilha sonora

"Não é por que eu sei que ela não virá que eu não veja a porta já se abrindo..." Nando Reis

Quem gosta de música sempre relaciona fatos e acontecimentos a músicas preferidas. Daí, é só ouvir aquela música tal e ser invadida de sentimentos nostálgicos. Acho que também é comum a mania de ligar as músicas ao seu estado de espírito, ou melhor, ao que se sente no momento... ei, ei, vou parar por aqui!

Porque a verdade é que abri o editor de texto do uol pra escrever o que estou sentindo agora e que tem tudo a ver com a frase pinçada de uma música, que coloquei no início do texto. Mas, como sempre, passo a generalizar, passo a escrever amenidades, sem me comprometer. Não quero fazer isso agora...

Estou ansiosa. Minha mente me faz 'ver a porta se abrindo' o tempo todo. Só pra, em seguida, me lembrar que 'eu sei que ela não virá'. Coisa chata. É como cutucar a casquinha da ferida só pra ver sair sangue. E sentir doer.

Tento me enganar, falando pra mim mesma que não tem importância. Provavelmente não tem mesmo. Mas as coisas, por fim, têm a importância que a gente dá pra elas, não é? O tempo que gasto em elucubrações é prova disso. Quem se martiriza por algo que não dá importância?

É renovado meu sentimento de rejeição. E a auto-estima vai pelo ralo... esquece...



 Escrito por Harpa Naca às 15h03
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